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COMO COMEÇAR A CORRER? MINHA HISTÓRIA!

O post de hoje vai ser um pouquinho diferente! Muita gente me acha meio doida por gostar de corrida, então decidi falar sobre como eu comecei a correr!

Uma grande parte disso, vem por influência do meu pai. Ele corre desde que eu me entendo por gente e sempre fez por gostar do esporte, pelo menos eu acho!
Em toda a minha infância eu nunca vi o meu pai correr com o principal objetivo de ganhar dinheiro, se fazia, não transparecia.

Desde novo ele tem esse esporte como principal em sua vida e não é pra menos, faz muito bem para a saúde e para a cabeça.
Mas não estou aqui para falar do meu pai e sim, de mim!

Comecei a fazer treinos bem nova com ele, mas confesso que achava um saco ter que ficar correndo igual uma louca na rua (desculpa, pai! 😑).
Como tudo que acontece na nossa vida e só damos valor quando ficamos mais velhos, eu só fui pegar gosto mesmo por correr, agora, com 26 anos.
Cheguei a participar de algumas corridas de rua, algumas fui até convidada, mas deixava de lado logo depois e focava em qualquer outra coisa.
O fato, que eu sempre ignorei, foi que a corrida não fazia só bem para o meu físico e sim para a minha mente.

2013: Minha primeira corrida de rua e meu pai correndo uma corrida feminina comigo! (fui convidada pelo Mc Donalds) * 2014: Outra corrida que eu amei participar e me inscrevi por conta própria. Ps: Amoo essa foto! * 2015: Minhas corridas noturnas que amo! * 2017: Voltando com tudo para as ruas!! 
Um dos maiores conselhos que dou agora, para quem me fala que quer emagrecer, é correr! 
A minha situação ficou tão extrema que eu cheguei a me matricular em uma academia, fiquei um mês e saí por não aguentar ficar parada no mesmo lugar, correndo em uma esteira! ISSO NÃO ERA PRA MIM!

E quando eu digo que a corrida faz bem para a mente, vem do fato de eu ser uma pessoa extremamente ansiosa, mas quando eu faço a minha playlist e vou para a rua, esqueço todos os meus problemas, esvazio a minha mente e me concentro apenas na minha respiração.
É quase uma meditação, não é? 

Enfim, vim aqui trazer um relato de uma das coisas que vai se tornar recorrente aqui no blog, até porque, aqui é o lugar que eu quero deixar guardada todas as minhas experiências e lembranças!
E se você já pensou inúmeras vezes em começar a correr e nunca saiu do lugar por achar que não sabe ou porque as pessoas vão ficar te julgando no meio da rua, só digo uma coisa: JUST DO IT!

 

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Grávida – aborto espontâneo!

Começo esse post dizendo que sim, eu estava grávida!

Como eu faço do meu blog o meu diário, além de tentar deixar ele profissional, antes de mais nada eu criei ele com o intuito de compartilhar de tudo com vocês, inclusive algumas coisas da minha vida pessoal.

Vou resumir em dias tudo o que aconteceu na minha vida:

4 de outubro: Comecei a sentir meus seios inchados e alguns sinais de que eu poderia estar grávida, porém, os sinais são parecidos com os dos que antecedem o período menstrual, então, procurei relaxar.

Passado 1 semana desses sinais, percebi que não se tratava de um processo pré menstrual e comecei a duvidar de fato se não estaria grávida.

Passado 2 semanas, comecei a enjoar do gosto de algumas coisas, inclusive do gosto de café, pois tomava todos os dias de manhã e comecei a ficar com azia.

26 de outubro: Fiquei quase 1 semana falando que iria comprar o teste de farmácia, mas nunca comprava, até que nesse dia acordei cedo e chamei meu marido. Pedi para ele ir na farmácia antes de eu levantar, porque aí iria aproveitar a urina da manhã.

Ele voltou da farmácia com um teste digital, kkkkk e eu falei: Realmente devo estar grávida e você já quer saber as semanas!

Fui para o banheiro e ele ficou do lado de fora, sentado na cama e esperando qual seria o resultado, até que comecei a chorar loucamente e constatamos, eu estava grávida e de mais de 3 semanas!

Ps: a foto foi tirada na emoção do momento e pelo celular!

Fomos em uma clínica de exames perto de casa e fizemos BETA que me mostrou que era positivo.
No mesmo dia contamos para os nossos familiares e amigos mais próximos, inclusive fiz surpresa com uma fraldinha e gravei (já apaguei os vídeos) a reação de todos!

Com isso tudo, começou os pensamentos de tudo na cabeça (gente, a cabeça começa a explodir de tantas coisas que você começa a pensar) e estava projetando tudo e gravando para poder mostrar para vocês!
Nunca fui supersticiosa de achar que não poderia contar para algumas pessoas antes dos 3 meses, só não espalhei nas redes sociais, até que estivesse tudo certo!

27 de outubro: Antes de eu descobrir que estava grávida, estava em processo de mudança na minha casa e carreguei coisas pesadas com o meu marido, mas depois, descansei total e tomei as devidas providências para ficar tudo certo.

De noite, comecei a sentir umas cólicas bem suaves e comecei a ter um corrimento como se fosse final de menstruação e com um risco de sangue.

28 de outubro: Acordei normal, apenas com algumas dores, mas nada demais e fiquei de repouso.
De noite, as dores ficaram um pouco mais intensas e resolvi ir correndo para um hospital maternidade próximo de casa e que era emergência.

Chegando lá, passei pela triagem, tomei toque e o médico disse que meu colo do útero estava fechado e que não tinha nada de errado, mas que normalmente no começo da gravidez é comum haver sangramento de escape.

29 de outubro: Fui na clínica da família tentar uma consulta de emergência, até porque era um sábado e particular não atende assim tão fácil.
Lá, o médico que foi muito atencioso, fez todos os testes de triagem, preventivo e deu novamente o toque, onde viu que o colo permanecia fechado.

Com o bico de pato, ele conseguiu visualizar um coágulo na parede vaginal, mas que não conseguia identificar pois eu ainda não tinha feito a tal transvaginal.
(Eu já tinha o encaminhamento do médico anterior, porém só conseguiria fazer na segunda-feira)

30 de outubro: Repouso total e quando ficou de noitinha, em uma ida ao banheiro, senti uma massa grande escorrer.
Resolvi pegar e colocar em um papel e observei que era algo bem diferente das placas de sangue que as vezes saem no período menstrual. (Gente, sei que é nojento, mas queria relatar tudo.)
Tirei fotos para mostrar para a médica e lá fui eu novamente, correndo para a maternidade.

Tomei toque novamente, meu fluxo de sangue estava muito mais intenso e novamente meu colo estava fechado.
Infelizmente, ela precisava da transvaginal…

31 de outubro: Fui bem cedo fazer a transvaginal e tivemos a tão esperada notícia: não existia mais embrião no meu útero.
Minha única esperança tinha ido embora naquele momento, pois mesmo sentindo que o que havia saído na noite anterior era o meu bebê, ainda me restava uma esperança no fundinho do coração.

Levei a ultra para a médica, que me informou que na verdade não existia mais nenhum resquício da gravidez e que eu precisava fazer o teste de gravidez novamente para ver o nível de hcg.

Fiz o teste ali mesmo e ele deu negativo!! Veio a confirmação de fato que meu bebê de 4 semanas tinha partido.

Gente, foi a semana mais up and down da minha vida. Em um momento eu estava agradecendo a Deus a alegria de poder ser mãe e comemorando a chegada do nosso primeiro filho e em outro momento eu descobri que era vazia.

Com isso tudo, tiramos uma lição muito grande que vamos guardar pra gente!

Queria muuuito deixar esse relato aqui porque fez parte da minha vida e explica o meu sumiço das redes sociais.

Estou bem, grata por não ter precisado de nenhum método invasivo para coletar resíduos no meu organismo, e com a consciência tranquila de que em um futuro breve, esse bebê virá nos encher de alegria!